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"a vida reduzida ao seu estado de mera atualidade, indiferença,
disformidade, impotência, banalidade biológica"
ninguém esquece nada [2016]
Arquitetura morta de uma topografia em esquecimento, o edifício A Noite na praça Mauá (onde existiram a Radio Nacional e o Jornal "A Noite") como ruína edificada de um ressentimento. A ruína nostálgica revela a imagem como ornamento da indiferença.

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